sábado, junho 17, 2006

O Amor que tenho não cabe aqui

Parto, uma vez mais,
Em busca dos teus braços

Passo muitas vezes por sítios onde fui feliz,
É um hábito meu.

Percorro a cidade,
Dou cada passo
Como se ainda voltasses
Às vezes perco-me, outras vezes não me encontro.

Vens e para mim hoje é sempre
A minha boca é tua.
Chega-te mais

O Amor que tenho não cabe aqui

Em nenhum porto

- Cabe sim.


Gravo as tuas palavras finais e beijo-te


Vanessa Pelerigo

2 comentários:

Stein disse...

Podemos sempre voltar às memórias, repetir os passos, mas o verdadeiro amor não precisa de memória porque vive sempre.

Muito bonito o poema, parabens.

Leon disse...

Os meus comentários já começam a ser previsiveis.
Mas mais uma vez muito bonito...