<?xml version='1.0' encoding='windows-1252'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-5788878</atom:id><lastBuildDate>Fri, 09 May 2008 22:51:49 +0000</lastBuildDate><title>Blog da Revista P.E.N.A.</title><description/><link>http://www.pena.com-palavras.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Norsk Tørskfisk)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>222</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-5165202464539528709</guid><pubDate>Fri, 09 May 2008 22:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-09T23:51:44.536+01:00</atom:updated><title>Horas mortas</title><atom:summary type='text'>Refugio-me nos credos de outrora,
Fugindo ao presente que me persegue
Repetindo gestos, retomando acções
As horas mortas, As horas tristes
E no amanhã que se avizinha
Fascinam-me os mistérios
Do tempo que já passou
As horas mortas, As horas tristes
E no exercício da palavra esquecida
Encontro em mim o que já fui
O que sou e o que procuro ser
As horas mortas, As horas tristes
E neste tempo tão </atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2008/05/horas-mortas.html</link><author>noreply@blogger.com (stardust)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-8548657431801903030</guid><pubDate>Mon, 28 Apr 2008 17:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-28T18:42:38.932+01:00</atom:updated><title>Guerra de Irmãos</title><atom:summary type='text'>Uma névoa fria banhava aquela manhã. No alto do monte, cuja relva ia perdendo os tons rubros da batalha que aí se desenrolara, encontraram-se finalmente, após todos estes anos. Olharam-se olhos nos olhos e o que viram nos do outro foi uma escuridão imensa. Olharam-se como os irmãos que eram. Como irmãos que não se falavam havia já muito tempo, demasiado tempo... Tempo em que haviam deixado que os</atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2008/04/guerra-de-irmos.html</link><author>noreply@blogger.com (Norsk Tørskfisk)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-5331092541165960781</guid><pubDate>Tue, 26 Feb 2008 23:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-26T23:06:35.628Z</atom:updated><title>O contrário de mim não existe</title><atom:summary type='text'>há todo um fogo imenso dentro do trovão,
um coração escondido nestas noites que inundam a pele,
sem grito,
a morrer de ti

só luz nacarada
nas ruas desertas do meu rosto,
na pressa dos dedos.

é impossível não tentar dizer-te
tenho medo
medo que me persigas a vida inteira
na tela do teu colo

o corpo à escuta como algo eterno
numa rotina sem remédio

é o passo em falta que demora a tua fuga,
o </atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2008/02/o-contrrio-de-mim-no-existe.html</link><author>noreply@blogger.com (Vanessa Pelerigo)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-6702907683804491115</guid><pubDate>Wed, 13 Feb 2008 13:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-13T14:04:05.803Z</atom:updated><title>HOJE À NOITE</title><atom:summary type='text'>Hoje à noite vi-te no teu quarto.
Estavas só, sem ninguém...
Para lá de ti só eu,
Com os meus olhos, a ver-te ao longe.
Percorri as tuas costas enquanto
Te despias com desdém.
Queria ter-te comigo num quarto meu
Onde a distância me deixasse abraçar-te.

Hoje à noite vou sonhar contigo.
Vou-te ter aqui, abraçar teu corpo
branco e robusto, cheirar os teus cabelos perfumados,
Amarra-te à cama e </atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2008/02/hoje-noite_13.html</link><author>noreply@blogger.com (Norsk Tørskfisk)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-973177497903520440</guid><pubDate>Thu, 07 Feb 2008 23:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-08T00:22:51.479Z</atom:updated><title>Estranha cidade...</title><atom:summary type='text'>Depois de um voo atribulado, devido ao mau tempo que se fazia sentir em toda a região, tinha chegado finalmente à cidade que me iria acolher nos próximos dias enquanto participava num congresso de história medieval. O terminal de aeroporto era bastante amplo e apresentava diversas indicações em inglês sobre o câmbio para a moeda local, tempo que se fazia sentir (bem frio e chuvoso por sinal), </atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2008/02/estranha-cidade.html</link><author>noreply@blogger.com (-Celt-)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-5326896877972684338</guid><pubDate>Sun, 13 Jan 2008 01:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-13T01:18:46.786Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Chas.</category><title>Cela Melancólica</title><atom:summary type='text'>Silêncio...

 Não fala, não ouve, nem quer ver...

 Escuridão...
 Amargurada não passou pelo tempo.
 Devolveu-me os seus segundos,
 Aguardando pelo pior momento.

 Melancolia...

 Penso... em nada, ou em tudo...
 Revejo parte das memórias.
 Perdido do mundo, no seu imaginário,
 Entrelaço as mãos sem nada fazer.

 Perdido...

 Aterrorizado... Imobilizado e inútil...
 Segredei com o inconsciente </atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2008/01/cela-melanclica.html</link><author>noreply@blogger.com (Chas.)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-6535307618918006075</guid><pubDate>Thu, 10 Jan 2008 17:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-10T17:05:22.993Z</atom:updated><title>Rosa</title><atom:summary type='text'>Rosa vermelha
Enrolada sobre si própria
Rosa vermelha
Doce e suave ao toque
Rosa vermelha
Afogando-me no seu cheiro
Rosa vermelha
Que flor tão bela
Rosa vermelha
Seca e tombada sobre teu caixão
</atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2008/01/rosa.html</link><author>noreply@blogger.com (AJ)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-2386657129172044539</guid><pubDate>Sun, 06 Jan 2008 16:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-06T16:47:38.796Z</atom:updated><title>Tudo por uma espera</title><atom:summary type='text'>Há gritos intransmissíveis à espera que me aconteças, convencido do teu pecado. Respirações frágeis, condensadas pelo frio e pelo vazio. A beleza pode doer-nos mais do que nos dói a dor. Aniquilar-nos por completo. Afinal de contas, sonhar é decretá-lo.

Ama-me contra o tempo. Desmancha-me em cada volta eterna do teu corpo.

Vanessa Pelerigo </atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2008/01/tudo-por-uma-espera.html</link><author>noreply@blogger.com (Vanessa Pelerigo)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-6612236585362649227</guid><pubDate>Fri, 30 Nov 2007 19:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-30T19:57:54.107Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>AJ</category><title>Subitamente</title><atom:summary type='text'>Subitamente algo me aconteceu, enquanto vivia a minha vida. Subitamente comecei a sentir-me deprimido, subitamente comecei a sentir-me stressado. Subitamente nada do que vivia fazia sentido.
Sabes o que aconteceu? Sabes o que me deu?

A minha vida está a mudar todos os dias,
de todas as maneiras possíveis.
Nada disto é o que parece,
eu continuo a ser quem sou.

Por isso ajuda-me.
Dá-me as tuas </atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2007/11/subitamente.html</link><author>noreply@blogger.com (AJ)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-8306576290838665099</guid><pubDate>Thu, 22 Nov 2007 00:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-22T01:06:43.352Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Chas.</category><title>Mais um Outono</title><atom:summary type='text'>Sinto o frio e o vento...
A pele seca, os lábios também.
Sinto a chuva e o ar sombrio...
A voz rouca, trovejando além.

A sombra em mim desapareceu,
O céu cobriu e a água à terra desceu...

Sinto a luz e o som...
A natureza  relampejante.
Sinto o medo e a aproximação...
A energia trespassante.

O medo em mim desvaneceu,
E a terra molhada ao céu agradeceu...</atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2007/11/mais-um-outono.html</link><author>noreply@blogger.com (Chas.)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-1178222121881318259</guid><pubDate>Mon, 05 Nov 2007 02:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-05T02:45:30.213Z</atom:updated><title>É uma dor que se agrava quanto mais me minto</title><atom:summary type='text'>Convenço-me que não. Que nada do que sinto é real, que dói-me aqui o peito e este aperto é do calor, é falta de ar. Só pode ser. Afinal, 33 graus são suficientes para a taquicardia. A roupa é pouca. A pele queima os ossos e tudo se estreita quando te penso. Mas, não. Não te penso. Não penso. Sangro demais por dentro para pensar. É do Verão esta ferida, esta desidratação de amor. O melhor mesmo é </atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2007/11/uma-dor-que-se-agrava-quanto-mais-me.html</link><author>noreply@blogger.com (Vanessa Pelerigo)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-8077893955408742904</guid><pubDate>Wed, 31 Oct 2007 23:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-31T23:33:54.480Z</atom:updated><title>A vida em directo</title><atom:summary type='text'>Toca o despertador, o começo de um novo dia, deixo-me ficar na cama e desfruto destes últimos letárgicos momentos. Depois de me levantar a custo, arranjo-me e tomo o pequeno-almoço enquanto ligo a televisão e vejo as últimas noticias. Mais um bombista suicida provocou 12 mortos num mercado em Bagdad. Não pude deixar de reparar na expressão de atrapalhação da pivot, não seria certamente pelo </atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2007/10/vida-em-directo.html</link><author>noreply@blogger.com (-Celt-)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-7651515964159333802</guid><pubDate>Wed, 24 Oct 2007 17:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-30T19:58:21.270Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>AJ</category><title>Continuando pela estrada</title><atom:summary type='text'>A noite está escura. As nuvens tapando o céu e ameaçando chover por entre as árvores negras, como sombras dançando na escuridão. O assento da mota molhado não me incomoda enquanto o levanto para pegar a arma que assenta tão bem na minha mão. A bala fria entra facilmente e deixo a pistola no meu colo enquanto ligo minha companhia.        O ronronar forte do motor desperta-me à medida que o frio </atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2007/10/continuando-pela-estrada.html</link><author>noreply@blogger.com (AJ)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-3963724909879246486</guid><pubDate>Fri, 19 Oct 2007 11:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-19T12:58:26.023+01:00</atom:updated><title>Realidades... opostas</title><atom:summary type='text'>Apertou o nó da gravata e abriu a porta do quarto... Desceu ao primeiro piso do hotel e sentou-se em frente à farta mesa do pequeno almoço. Que dia aquele!

Penteou-se e saiu da casa de banho... Percorreu o corredor escuro da casa e na cozinha preparou meio papo seco com manteiga. Mais um dia aquele... 

Cumprimentou o motorista e entrou na viatura nova em direcção à reunião. Abriu a pasta e </atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2007/10/realidades-opostas.html</link><author>noreply@blogger.com (alphatocopherol)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-620826387978591722</guid><pubDate>Sat, 22 Sep 2007 20:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-06T06:34:54.297+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>-Celt-</category><title>Futebol</title><atom:summary type='text'>Dentro de quatro linhas jogado
Por duas equipas disputado
Jogar, fintar, passar, marcar
receita para quem quer ganhar               Onde se gastam milhões
Jogo de milhares de opiniões
Num instante tudo muda
e grita-se golo do outro lado da rua
talvez seja essa a razão
para prender todos à televisão                   Num relvado ou num pelado
em parquet ou cimento armado
qualquer lugar serve para </atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2007/09/futebol.html</link><author>noreply@blogger.com (-Celt-)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-1098891601710895296</guid><pubDate>Sat, 22 Sep 2007 12:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-06T06:37:50.772+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Chas.</category><title>Jantar Tertúlia d´A Revista P.E.N.A.</title><atom:summary type='text'></atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2007/09/jantar-tertlia-da-revista-pena.html</link><author>noreply@blogger.com (Chas.)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-3472357972610949229</guid><pubDate>Thu, 20 Sep 2007 12:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-06T06:40:04.434+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>VitaCê</category><title>Um adeus</title><atom:summary type='text'>Um último e suave adeus...

Num mundo cheio de loucura,
De ódios e violência,
De sangue e destruição.
Mil vidas são reduzidas,
Mil esperanças vencidas
Numa guerra sem razão,
Numa doença sem cura
Que mergulha a Terra na demência.

Mais uma jovem vida... ceifada
Pela loucura deste mundo.
Para os amigos a saudade,
Para os familiares a consternação,
Para o ser anónimo a desilusão
Por mais uma acto de</atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2007/09/um-adeus.html</link><author>noreply@blogger.com (alphatocopherol)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-2877655757349929434</guid><pubDate>Thu, 13 Sep 2007 10:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-06T06:40:04.434+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>VitaCê</category><title>P. E. N. A.</title><atom:summary type='text'>Éramos dois sonhadores...
A música naquele entardecer...
E num momento de inspiração
Nasce uma nova canção,
Esquecem-se todas as dores
E algo mágico começa a aparecer...

Pensamentos a fluir
De gente tão normal.
Jovens simples e felizes,
Na escrita aprendizes.
Mas que fizeram surgir
Algo muito original.

Ideias, caneta e papel,
Um computador funcional,
Jacto de tinta, impressão,
Uma tesoura </atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2007/09/p-e-n.html</link><author>noreply@blogger.com (alphatocopherol)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-4378774597084782565</guid><pubDate>Sun, 02 Sep 2007 22:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-02T23:17:12.829+01:00</atom:updated><title>.........</title><atom:summary type='text'>Que dirão aqueles que praguejam?
Que dirão vós que me alvitram...
Estalinhos sanguinários nas minhas veias....

Profundas veias...
Que um dia
Devido às imensas teias
Secarão sentidas...

Qual palhaço que ri de mim....
Vós que me criticais...
Olhai para vós e avaliai-vos

Cromo?Pateta?
Não me substimais,
Assim como não vos substimo,
Sim posso ser careta...

Entretanto....olhai-vos
E dizei-me:
</atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2007/09/blog-post.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuel)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-2991762864562784425</guid><pubDate>Sun, 02 Sep 2007 22:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-02T23:08:56.622+01:00</atom:updated><title></title><atom:summary type='text'>One more time again,
My red rage claims...
Staying in vain..
Don't tell me more my name...

Rage, brave and  STAGE....

One hundred gringos in my soul...
Stolen from you
Be your tool...?

Can't stand this pain...
I'm a crazy strange to you...
How could say my name?

Rage, brave and STAGE....</atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2007/09/one-more-time-again-my-red-rage-claims.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuel)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-5074014568939317584</guid><pubDate>Fri, 31 Aug 2007 22:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-06T06:37:50.772+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Chas.</category><title>O Poema deles</title><atom:summary type='text'>Este poema é dedicado aos 4 anos do Blog  d' A Revista P.E.N.A. Quatro anos de puro prazer literário. Para quebrar a rotina de reflexão, escrevo este poema dedicado às milhares de ratoeiras e tentativas que todos nós já tentamos pregar uns aos outros: "Eles vieram?". Por tudo isso, "O Poema deles", dos gajos sem juízo e enlouquecidos, de todos nós. Bem haja...

Todos perguntam por eles,
Numa </atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2007/08/o-poema-deles.html</link><author>noreply@blogger.com (Chas.)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-5134444234327840305</guid><pubDate>Fri, 31 Aug 2007 00:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-30T19:58:21.270Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>AJ</category><title></title><atom:summary type='text'>Não tenho a certeza como cheguei aqui... A minha cabeça dói-me e não tenho uma noite decente de sono à semanas. Não era suposto ser assim... Suponho que sempre foi.

Sempre foi aqui que estive. Sempre será aqui que tudo se passa...
- Qual a tua fraqueza? - pergunta ela

A minha fraqueza... Como não soubesses. Sempre soubeste tudo sobre mim, sabes que eu hesito na resposta, sabes que eu sei mas </atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2007/08/no-tenho-certeza-como-cheguei-aqui.html</link><author>noreply@blogger.com (AJ)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-7463704825964288593</guid><pubDate>Mon, 27 Aug 2007 16:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-06T06:40:04.434+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>VitaCê</category><title>Nevoeiro</title><atom:summary type='text'>O homem rouco tenta projectar a sua voz, no bar cheio... noite voraz, sinto-me esvanecer... a memória é a mesma, o nevoeiro, o rio...
Sou um ser que tenta nascer, uma certeza que parece morrer, na memória. Essa não está na rouquidão daquele homem, que murmura no caos do café.

8 da manhã e o nevoeiro levanta-se lentamente no rio... Nem café, nem abraço, nem palavras sábias, ou alucínio de uma </atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2007/08/nevoeiro.html</link><author>noreply@blogger.com (alphatocopherol)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-565910410145289944</guid><pubDate>Wed, 01 Aug 2007 14:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-08-01T15:22:30.284+01:00</atom:updated><title>Sonho</title><atom:summary type='text'>Abriu a garrafa lentamente… ritualmente, aliás! Como fazia sempre! Para ele era mais que um gesto! Sentiu o odor do vinho ainda por respirar! Serviu um copo e olhou-o de soslaio!    (ela deve estar a chegar…)   Verificou uma última vez se tudo estava no sítio… Calmo, não apressado ou nervoso… Segui lentamente arrastando os pés pela casa! Verificou tudo pelo menos três vezes! Acendeu, finalmente, </atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2007/08/sonho.html</link><author>noreply@blogger.com (APC)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5788878.post-3004439328668365120</guid><pubDate>Mon, 30 Jul 2007 21:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-07-30T23:00:18.448+01:00</atom:updated><title>Aqui Jaz</title><atom:summary type='text'>“A fé é o instinto da acção.”       Fechou o livro, ainda, com esta frase na cabeça!   (“A fé é o instinto da acção.”)   Esta, repetiu-se vezes sem conta na sua cabeça!   (“A fé é o instinto da acção.”)   (“A fé é o instinto da acção.”)   (“A fé é o instinto da acção.”)   Na mesma cabeça por onde uma pequena gota escorria…   (Sangue? Suor? Lágrima?)   Ahhh… Bernardo, soubesses a razão que tinhas!</atom:summary><link>http://www.pena.com-palavras.com/2007/07/aqui-jaz.html</link><author>noreply@blogger.com (APC)</author></item></channel></rss>