E é na ontologia deste amor
Que me descubro
Fragmentada, dividida
Pela mão de outro
E no frémito das horas
Sinto o toque da saudade,
Que crava no meu rosto
A métafora do que és
Encarnada no que vivo
E nas palavras que talhaste
no meu corpo,
A epopeia de um amor clandestino
Sábado, Março 05, 2005
O BLOG da "A Revista Pena" é o resultado de um grupo de jovens estudantes que aspiravam à escrita apenas como palavras ordenadas.
Quatro anos passaram e o eco das palavras permaneceu... A sua força cresceu, com o tempo ela amadureceu... Hoje somos mais e melhores...
Contamos com novos entusiastas, contacta-nos para te convidarmos: geral(at)com-palavras(dot)com
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