Terça-feira, Novembro 04, 2003

2000/Dez/20

Um homem perdido,
No meio da multidão.
Uma multidão que vive,
Num mundo de solidão.
Tentas abaná-los, para ver se acordam,
Viram-se para o outro lado,
Não te ligam, resmungam
E continuam.

Um homem diferente,
À procura do seu eu.
Uma alma perdidamente
Em busca de quem a complemente.
Uma foto, uma carta, uma caneta
E a mente de um poeta que encara
A folha branca da sua vida
(Para os outros) perdida.